sexta-feira, 16 de agosto de 2013

O poder papal vai ganhando força e influenciando o mundo, assim como a Palavra de Deus havia profetizado.

TERREMOTO MAGNITUD 6.8 SACUDE WELLINGTON, NUEVA ZELANDA 16 DE AGOSTO 2013

52 igrejas queimadas e centenas de cristãos mortos no Egito

A ira islâmica recai sobre cristãos às vésperas de uma guerra civil.

52 igrejas queimadas e centenas de cristãos mortos no Egito
52 igrejas queimadas e centenas de cristãos mortos no Egito


O mundo olha horrorizado para o Egito esta semana. Os números oficiais falam de 525 mortos, incluindo 43 policiais, e 3.000 feridos em todo o país. A Irmandade Muçulmana aumentou o número de mortos para 4.500.
Após a destituição de Mohamed Morsi, o país se viu tomado pela disputa de vários grupos pelo poder. Manifestações em todo o país evoluíram para uma verdadeira batalha campal. Especialistas afirmam que o Egito está numa encruzilhada que pode mudar radicalmente o país caso os aliados da Irmandade Muçulmana vençam. Um dos motivos é por que eles já falam em uma guerra contra Israel.
Os conflitos desde quarta-feira são os mais sangrentos já registrados no país na era moderna. A violência utilizada pelas forças de segurança dos partidários da Irmandade Muçulmana, que controlava o governo deposto, desencadeou uma onda de raiva e vingança em todo o país. Tudo piorou com a renúncia do vice-presidente Mohamed ElBaradei. Ganhador do Nobel da Paz ele justificou que não poderia “assumir a responsabilidade por decisões com as quais não estou de acordo”.
Em meio a isso, muitos muçulmanos se voltaram contra os cristãos, a quem muitos acusam de ter apoiado os inimigos de Morsi. Existem registros que pelo menos 52 igrejas foram queimadas em várias cidades do país, alguns possuíam um grande valor histórico. Escolas cristãs, mosteiros e instituições como a Sociedade Bíblica também foram atacadas. Um grande número de casas pertencentes a cristãos também foram atacadas, os mortos podem passar de 200.
A Igreja Copta, maior grupo cristãos do país, relata que na cidade de Assiut, no centro do país, os fiéis tiveram de fugir por uma janela enquanto uma multidão cercava e apedrejava o seu templo. Nas cidades de Minya, Fayoum e Sohag várias igrejas coptas foram queimadas e já existem vídeos mostrando isso noYoutube.
De acordo com um relato do jornal New York Times, “muçulmanos têm pintado um ‘X’ preto nas lojas cristãs para marcar quais seriam queimadas. Multidões atacaram igrejas e cristãos sitiados em suas casas. Sabe-se de cristãos que foram mortos com golpes de facas e facões em suas casas.” Representantes da liderança cristã do país afirmam que os ataques ocorreram “sem motivo algum, o único crimes que eles cometeram é serem cristãos em um país onde uma das facções políticas está travando uma guerra religiosa e apela para a violência visando ganhos políticos.”
Uma das justificativas para os ataques religiosos é que Tawadros, líder espiritual dos oito milhões de cristãos coptas do Egito, expressou seu apoio à retirada dos militares que apoiavam Morsi e a suspensão da Constituição do Egito. Os cristãos são cerca de 10% dos 85 milhões de habitantes do Egito.
igrejas queimadas egito
Embora o exército tenha declarado “estado emergência”, ninguém sabe que rumos essas manifestações podem tomar. A maioria da população não apoia o golpe de Estado ocorrido no início de julho contra o Governo eleito. 
Vários países europeus como o Reino Unido, França e Alemanha manifestaram o pesar pela violência no Egito. O presidente francês chegou a falar em uma intervenção internacional para evitar uma guerra civil. O Governo da Turquia, país igualmente muçulmano, pediu que “a comunidade internacional, liderada pelo Conselho de Segurança da ONU e da Liga Árabe” possam intervir e impor medidas radicais para parar os assassinatos. Com informações CNN, Christianity Today e Daily News Egypt.
Assista:

Usain Bolt pede desculpas para Deus pelo Instagram, ao saber que igreja terminou culto mais cedo para assistir sua corrida

Usain Bolt pede desculpas para Deus pelo Instagram, ao saber que igreja terminou culto mais cedo para assistir sua corridaNessa terça feira (13), o corredor jamaicano Usain Bolt pediu desculpas a Deus em uma mensagem publicado no Instagram, após ver uma notícia de que uma igreja terminou o culto mais cedo para que os fiéis pudessem ver a corrida em que recuperou o seu título mundial dos 100 metros rasos.
- God I am sorry (Deus me desculpe) – escreveu o atleta em uma mensagem na rede social, junto a uma imagem da manchete publicada pelo diário The Jamaica Star sobre a mudança de horário da igreja.
bolt-instagram
De acordo com o Fox Sports, a notícia publicada pelo jornal jamaicano explica que a Igreja Apostólica de Hatfield teve o culto abreviado pelo pastor Basil Barnaby, para que os fiéis pudessem assistir à corrida de Bolt, que aconteceu em Moscou.
- Foi para permitir que as pessoas pudessem chegar a tempo de ver a corrida em casa. Quando os jamaicanos estão realmente interessados em algo, nada pode evitar que o façam. Por isso, permiti que se fossem para vê-la – explicou Barnaby, revelando que também estava na entre aqueles que queriam ver o duelo entre Usain Bolt e o americano Justin Gatlin.
- Amo o esporte, e acredito que se deve utilizá-lo para ganhar almas para Deus – acrescentou o pastor.
A mensagem, na qual o atleta também afirma amar seu povo, recebeu mais de 39 mil “curtidas” na rede social e, replicada no Twitter, foi retransmitida mais de mil vezes, e “favoritada” por mais de 500 pessoas.
Por Dan Martins, para o Gospel+

Contagem Regressiva - Línguas Estranhas